I Am… Tour Rio de Janeiro – Final

O terceiro dia de show foi o menos agitado para mim, eu iria com meus primos, de carro, então não enfrentaria fila, podendo sair de casa um pouco mais tarde. Cheguei na Arena por volta das 15h, fui para a fila do estacionamento, o segurança falou que já tinha fechado, eu dei mais uma volta e entrei.
Como é de praxe, tive que correr na entrada, novamente me perdi lá dentro, dessa vez eu queria ir para o lado esquerdo, já que lá eu já sabia que tinha um segurança legal, e eu queria assistir do ‘Diva Zone’ novamente. Acabei saindo do lado direito, sem problemas, aquele lado também é ótimo. Tentei falar com o segurança, mas para meu desgosto ele respondeu ‘Pensa que eu não te vi ontem? Você já assistiu o show dalí, até pegou autógrafo, dê chance para os outros’, bom, contra fatos não há argumentos não é? Ainda tentei participar da promoção que aparecia no telão, já que essa era a maneira correta de assistir o show daquela parte. Bom, não deu certo, até porque, pelo o que eu percebi, a maioria dalí era escolhido mesmo, assim como eu havia sido no dia anterior.
Agora era só esperar o show, eu estava na grade, fiz amizades. Desta vez, o lado mais vazio antes do show era o direito, então eu pude sair para comprar água e voltar para o meu lugar, o pessoal estava bastante educado. Saí, tirei foto com a Kelly Key (risos), voltei, tirei foto do Tanaka, e vi o Matthew (pai da Beyoncé), imediatamente corri para tirar foto com ele, ele estava saindo, e falou que tiraria na volta, pois ele voltou e não tirou (vou falar para a Beyoncé demitir ele.). Brincadeiras à parte, quando eu voltei do Matthew uma menina entrou no meu lugar, eu nem levei a mal, entrei ao lado dela, o pessoal me deu espaço. Mas o pai dela achou que eu estava empurrando a menina e quis arrumar confusão, mas eu não estava ali para isso. Relevei, mas ele resolveu fazer uma ‘barreira’ em volta dela, e empurrou quem estava dos lados. Como eu já disse, não estava ali para isso, estava ali para ver a Beyoncé, e já estava bastante realizado pelo dia anterior. O show começou, o público como sempre muitíssimo animado, a Beyoncé feliz pelo amor, mas estava visivelmente cansada, em diversos momentos do show ela parou e se apoiou na banda. Quem estava vendo pela primeira vez nem deve ter percebido, mas isso não tirou o brilho do show. Eu estava com a capa de um dos CDs pois queria outro autógrafo, eu mostrei o encarte para a Beyoncé, e ela fez uma carinha de ‘queria, mas não posso’. Eu estava distante da passarela, e ela já havia negado autógrafo para uns fãs do ‘Diva Zone’. Mas como eu disse nada tira o brilho do show, afinal, ela olhou para mim novamente, cantou, dançou, se divertiu e nos divertiu.
E é por isso, que ela é nossa, e nós somos dela.
Ah! E a garota que tomou o meu lugar não conseguiu colocar a mão na Beyoncé, nem trocar olhares.

E pelo o que eu pude perceber o Brasil espera ansiosamente pela volta da Beyoncé. Eu particularmente gostaria de um show intimista, como o de Las Vegas. Mas só o fato dela voltar já me faria feliz, e pelo o que se pode perceber pelas declarações dela, ela amou o Brasil, então preparem seus corações (e carteiras), pois ela vai voltar.

Beyoncé, Brazil is Your!

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I Am… Tour Rio de Janeiro

Após sair voando de São Paulo, cheguei ao Rio por volta das 13h, a fila estava imensa, e eu não pude entrar lá na frente, onde meus amigos estavam. Por sorte, encontrei outra amiga na fila, não tão próximo, mas já era melhor do ir para o final. A fila do Rio estava muito melhor para mim, eu estava com dinheiro, a água estava mais barata e minha amiga estava com um guarda-chuva para nos proteger do sol. Eu estava um pouco apreensivo, pois estava bem distante da entrada, e não iria conseguir um bom lugar. Até que alguns carros começaram a formar fila próximo à entrada do estacionamento. Algumas pessoas na fila começaram a gritar, estavam indignadas porque os carros iriam entrar primeiro. Ao invés de gritar eu fui confirmar isso, e realmente eles entrariam junto com o resto da fila, mas a fila de carros era muito menor, o que dava vantagem. Então eu tive a idéia de pedir carona, depois de inúmeras janelas fechadas na minha cara, uma pessoa aceitou. Era um cambista, medo. Mas deu tudo certo, ele entrou, eu paguei o estacionamento para ele e fui para a fila dos carros. Corri feito um louco, até que saí na Pista Normal, quando vi que estava no lugar errado fui perguntar para onde eu deveria ir para chegar à Premium, fui devidamente orientado, corri um pouco mais, e saí na Premium, do lado esquerdo, mas não importava, eu estava na grade, a possibilidade de pegar na Beyoncé era enorme. Fiz amizade, saí para comprar água (o lado esquerdo ainda estava vazio). Fiquei curtindo as musicas e tal, até que eu escuto alguns fãs gritando ‘Tanaka’, imediatamente eu me lembrei que em São Paulo eles estavam passando perto do povo da Premium, então tratei de procurar para tirar foto. E consegui, tirei foto de alguns e uma abraçando a Saidah. Como eu fui o primeiro a vê-los, eu consegui tirar fotos, mas começou a juntar gente, e eles foram embora. Então eu vi uma menina com o celular na mão, ela parecia estar twittando, então fui perguntar se o dela estava dando sinal (pois o meu não estava), ela falou que estava no Facebook tentando falar com eles, então eu pedi para ela me chamar caso conseguisse. Voltei ao meu lugar, um tempo depois eu olhei, e ela estava falando com uns seguranças, logicamente fui conferir o que estava acontecendo, perguntei o nome dela e o que ela estava fazendo. Ela falou que estava tentando entrar para assistir o show em um local especial, que fica colado ao palco. Eu pedi para ela me levar junto, quando eu terminei de falar um segurança pegou um adesivo e colou nela, e ela entrou, eu fui junto, quando o segurança me barrou eu imediatamente respondi ‘Eu estou com ela’, ela confirmou e eu entrei. Após entrar a menina com quem eu estava falando (na Premium, na parte da grade) veio me perguntar como eu havia conseguido tal feito, eu falei que a Roberta que tinha me colocado ali, e pedi para a Roberta falar com os seguranças para ela também poder entrar, e ela conseguiu.
Pronto, meu dia estava salvo, eu estava em um local privilegiado, que fora do Brasil é vendido à preço de ouro, chamado de ‘Diva Zone’ aquele espaço custa em média US$1500.
Agora era só esperar pela Beyoncé. O show começou às 8:15h. A emoção de vê-la entrando foi tão grande ou maior do que no primeiro show, dessa vez eu estava aos pés dela. A animação do Rio de Janeiro não deixou nada à desejar ao show de São Paulo, fazíamos tanto barulho quanto o Morumbi, novamente deslumbrando a Beyoncé.
Durante o show, ela chegava perto de onde eu estava e abaixava, nesse momento nós podíamos tocá-la, pegar na mão, e verdadeiramente olhar nos olhos dela. Sim, ela olhou nos meus olhos, pegou na minha mão, sorriu para mim. Definitivamente aquele era um dos dias mais felizes de toda a minha vida, a Beyoncé sabia da minha existência. A interação dela comigo foi coisa de outro mundo, sem explicações. Durante a música Radio, eu peguei meus óculos e estendi, ela pegou, dançou um pouco com ele nas mãos e me devolveu, com cara de quem não sabia o que fazer, era para ser um presente, mas valeu mais a pena ela ter devolvido, afinal agora eu tenho ‘o óculos que a Beyoncé pegou em um show’.

Vídeo dela com meus óculos (No instante 2:45):

O show poderia acabar ali mesmo que eu já estaria mais do que feliz. Mas como eu já disse, ela estava interagindo muito comigo, então eu pedi para alguém me dar um pedaço de papel e uma caneta, e consegui. O que eu iria fazer não tem precedentes em shows da Beyoncé, eu estendi a mão com o papel, um segurança abaixou a minha mão (não podíamos colocar a mão no palco) então a Beyoncé olhou para a cara dele, e ele me soltou, ela fez cara de ‘own’ para mim, PAROU O SHOW, abaixou e me deu um autógrafo. A multidão foi à loucura, gritavam como se ela tivesse dado um autografo para cada um deles, afinal a Beyoncé nunca, eu disse nunca, havia parado um show para dar um autógrafo.

Vídeo do autógrafo:

O resto do show eu passei em alpha, toda vez que ela chegava perto de mim eu não conseguia fazer nada além de pular e gritar. Antes de Single Ladies, um segurança falou que nós deveríamos descer e voltar para nossos lugares de origem, reclamamos um pouco, ele falou que era regra, então eu vi o Cassidy, um dançarino da Beyoncé, e fui tirar uma foto com ele, pedi para ele falar para a Beyoncé tirar uma foto comigo, ele falou que iria tentar, mas que seria algo bem difícil. O pessoal ainda estava circulando próximo à ‘Diva Zone’ até que vimos que do outro lado o pessoal não tinha saído. Então voltamos aos nossos lugares, e a Beyoncé apareceu cantando Single Ladies, novamente ela fez menção à ir embora sem cantar Halo, e novamente a multidão clamou pela música. Depois de Halo, ela foi cantar parabéns, a Roberta (lembram? A que me colocou no ‘Diva Zone’) foi a escolhida, nada mais justo. Foi lindo, perfeito. E então em meio à aplausos e gritos histéricos o show acabou. Na saída eu encontrei uma atriz (que eu não sei o nome) ela falou que tinha ido ao camarim, então eu tirei uma foto com ela, mesmo sem acreditar muito. Após a foto continuei andando, e encontrei alguns amigos, contei do autógrafo, falamos de nossas experiências e continuamos andando. Depois de sair da Arena, eu lembrei que não tinha passado na ‘lojinha’, eu queria comprar o Tourbook, quando eu tentei comprar em São Paulo já havia acabado. Enquanto voltava encontrei a Taís Araujo e o Lázaro Ramos, tirei uma foto com a Taís e com o Lázaro, a Taís pediu para ver o meu autógrafo, conversamos um pouco e eu fui embora, sem passar na lojinha, já que o meu Taxi já estava me esperando. O Show foi PERFEITO, eu estava em êxtase, e no outro dia teria mais.

I Am… Tour São Paulo

A Beyoncé veio ao Brasil, e eu como um bom fã, não poderia faltar ao show.
Bom, como eu disse, sou fã, então um show para mim não seria o suficiente, então decidi ir a três: um em São Paulo e dois no Rio de Janeiro.
Hoje eu vou contar sobre o de São Paulo.
Bom, o show aconteceu no dia 06 de fevereiro, eu saí daqui do Rio no dia 05, pois tinha que encontrar com uns amigos que já estavam na fila, guardando lugar há cerca de uma semana.
Eu cheguei atrasado ao aeroporto e perdi o check-in, peguei um vôo depois, cheguei em São Paulo por volta de 13h, corri até o hotel, deixei minhas coisas e fui encontrar com alguns amigos no Shopping, eles pegaram os ingressos, almoçamos e fomos para o Estádio do Morumbi. Fiz social lá até as 19h e voltei para o Hotel, no outro dia eu teria que acordar cedo para ir para a fila. No sábado, dia do show, eu acordei às 6h para me arrumar e tomar café, quer dizer tentar tomar café, já que tinha combinado de sair do hotel às 7h. Bom, cheguei ao Estádio por volta das 07:15 e entrei na fila, antes de colocarem as grades. Levei pouco dinheiro, achando que lá aceitariam cartão, doce ilusão. O dia estava bem quente, e não havia sombra nem lugar para sentar, eu decidi segurar um pouco o dinheiro já que ficaria ali até tarde. Comprei apenas uns buttons e uma garrafa de água. A fila não parava de crescer, às 15h duas meninas passaram e entraram no Estádio, o povo da fila ficou enfurecido, com toda a razão, afinal algumas pessoas estavam ali há dias. Começou uma gritaria, e correria. Se haviam planejado abrir os portões às 15h eu não sei, mas tiveram que abrir. Corri bastante, e peguei um lugar bom, 2ª fileira a partir da grade, lado direito do palco e próximo à passarela, eu não podia querer algo melhor. Emprestei dinheiro a uma amiga, que comprou lugar na primeira fila, e comecei a conversar. O calor só aumentava, estava muito lotado, a sensação térmica era de cerca de 50º. Lá dentro só vendia água, 4 reais a garrafa de 200ml, isso porque era da marca que estava ‘patrocinando’ o show. Eu já estava achando que iria morrer de calor ali, até que ouço um trovão, havia começado um temporal, com direito a granizo. O choque térmico foi imenso, ventava muito a ponto de derrubar os telões. As arquibancadas começaram a esvaziar, o medo de o show ser cancelado pairava na área vip. Depois de cerca de uma hora a chuva parou e o sol escaldante voltou. Durante a chuva, a produção tirou alguns instrumentos do palco, e não deram nenhuma informação, mas, todos decidiram esperar, é lógico.
As 20h tudo já estava seco, e de volta ao lugar, começa o show da Ivete. Eu já estava sem energias, e passando mal, um mix de fome, sede (o vendedor parou de passar), calor e frio.
A única coisa que me dava forças para continuar ali era o fato de ver a Beyoncé. O show da Ivete durou uma hora, foi ótimo, apesar de todo o empurra-empurra (com toda a analogia ao nome da música). Bom, já eram 21h, o palco estava pronto, a fumaça saindo e o povo em uma única voz gritava BEYONCÉ, mas nada dela aparecer. Até que as 22:15, começa a sair fumaça, a banda começa a tocar, e uma silhueta, a mais perfeita que eu já vi, vem caminhando ao nosso encontro, era ela, a gritaria era incessante, ela para na frente do palco faz uma pose e solta um grito ‘Baaaaaaaaaaaaaaaaaaby’, pronto à essa altura eu já não sentia mais nada além de alegria, meu coração batia mais rápido do que nunca e eu só conseguia pensar em uma coisa ‘ela existe’, parece algo bobo, mas durante anos eu acompanhei essa mulher, sempre desejando vê-la, e ali era o momento. Eu estava fora de mim, foi uma experiência única e sem precedentes na minha vida. Entre gritos, choros, e empurrões eu acabei indo parar na 5ª fileira, não consegui tocar nela, apenas troquei alguns olhares, ou acho que troquei, como qualquer fã, posso jurar que ela estava olhando para mim. Ela declarou que aquela era a maior platéia da vida dela, e nos olhava com a mesma paixão que nós a olhávamos. O Estádio cantava todas as músicas em uma só voz, parecia tudo ensaiado, era mágico. Certos movimentos eram repetidos por todos, como os estalares de dedos em Get Me Bodied, os gemidos de Video Phone e a mãozinha de Single Ladies. Enquanto estava no palco principal, ela decidiu mudar o setlist, e cantou Listen à capella, novamente o Estádio inteiro cantou, gritou e chorou. Junto a Listen a música mais emocionante da noite foi Ave Maria, que ela canta também em latim, para onde eu olhava havia alguém chorando. Depois de 10 trocas de roupas, chegou a hora de Single Ladies, o povo foi ao delírio, dançou e cantou, quando terminou Single Ladies, Beyoncé se despediu do público, mas ela não poderia sair, ainda não tinha cantado Halo, uma de suas músicas de maior sucesso no Brasil, então 60Mil pessoas começaram a gritar à plenos pulmões ‘Halo, Halo, Halo’ e ela nos atendeu, cantou não só uma, mas duas vezes, a segunda homenageando o inesquecível Michael Jackson. Agora era verdade chegou o final do show já eram 12h30min, parecia que não tinham passado nem 10 minutos, eu queria mais, mas já havia acabado. Ela agradeceu a todos e foi embora. Bom, eu já estava sem energias e sem dinheiro, tinha combinado com um amigo que ele pagaria o taxi de volta, rapidamente eu o encontrei, todos começaram a falar sobre o show, eu fui procurar algum lugar que tivesse água, eu estava desidratado, como o show já havia acabado a água estava 2 reais. Após beber minha água eu virei, achando que ainda estava perto dos meus amigos, mas todos já haviam ido. Então decidi ligar para a minha prima, ela também estava no show, após inúmeras tentativas consegui falar com ela que falou ‘estou aqui na saída, estou te esperando’, bom, era um estádio, saída é o que não faltava. Fui caminhando em direção a uma, até que vi a famosa ‘lojinha’, tinha de tudo, mas não estava aceitando cartão, fiquei decepcionado e decidi ir embora logo, na outra saída eu achei outra loja, e essa estava aceitando cartão, então comprei um pôster lindo.
Já do lado de fora do Estádio, eu voltei a ligar para meu amigo e para a minha prima. Não conseguia falar com nenhum dos dois. Decidi procurar em meio à multidão, até que meu telefone toca, ele estava praticamente ao meu lado. Já que havia encontrado meu amigo fui em direção à minha prima. Com todo mundo reunido e devidamente apresentado, resolvemos perguntar onde pegar um taxi, já que as ruas dalí estavam fechadas. Tivemos que andar até o Butantã para então voltar para o Morumbi. Cheguei às 3h no hotel para enfim dormir, no outro dia teria mais.

Maria Gadú

Para eu tomar a iniciativa de comprar um CD, eu tenho que gostar de pelo menos três músicas, e a Maria Gadú conseguiu me convencer, quem nunca escutou Shimbalaiê?

Aconselho que escutem Altar Particular, A Historia de Lilly Braun, Ne Me Quitte Pas e até mesmo uma versão para Baba da Kelly Key, e não é que ficou legal?

Cliquem nos nomes para acessar os vídeos das músicas, se gostarem, comprem o CD.

Não preciso dizer que deve ser original não é?
Espero que gostem.

I Am… Tour Brasil

A espera acabou Beyoncé chega ao Brasil dia 03 de fevereiro para dar início a sua turnê pelo Brasil, com shows marcados para os dias 04 em Florianópolis, 06 em São Paulo, 07 e 08 no Rio de Janeiro e 10 em Salvador.

A expectativa é grande, no Rio de Janeiro os ingressos se esgotaram em três dias, dando a oportunidade de um show extra, em salvador o primeiro lote de ingressos acabou em 2h, em São Paulo e Florianópolis ainda restam alguns poucos ingressos.

Não preciso falar muito da Beyoncé, se você não a conhece é porque não esteve nesse planeta nos últimos anos, principalmente em 2009 quando ela colocou o mundo para dançar ao som de ‘Single Ladies’, personalidades como a Família Presidencial dos EUA e a Rainha da Inglaterra já se revelaram fãs dessa que com toda certeza podemos chamar de DIVA.

Se você ainda não garantiu seus ingressos, corra, ainda há tempo.
Para shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador o site é www.livepass.com.br , para Florianópolis é www.ingressorapido.com.br .

Espero que todos se divirtam e que a Beyoncé volte outras vezes.

Novo ENEM

Apesar do atraso quero deixar aqui a minha manifestação a respeito do ‘Novo Enem’.
O fim da ‘decoreba’ e a valorização do raciocínio lógico é tudo o que eu quero a respeito do vestibular, uma unificação do vestibular nos moldes do SAT, que é uma prova aplicada nos EUA para o ingresso na maior parte das Universidades, é uma ótima idéia, mas o MEC falhou na logística, já que muitos candidatos ficaram muito longe de casa, e até mesmo na elaboração do exame.

O ‘Novo ENEM’ testou mais a minha resistência do que a minha capacidade, não só a quantidade de questões era muito grande como os enunciados, deixando muito pouco tempo para raciocínio em cada questão.
Outro erro é que o exame acontece apenas uma vez ao ano, e já que ele é o substituto do vestibular, quem perder o exame vai ter que esperar o próximo ano para concorrer, já que é para ser nos padrões do SAT ser aplicado mais de uma vez no ano seria essencial, já que o SAT acontece sete vezes por ano nos EUA e seis no exterior.

Espero sinceramente que esse ano o ENEM seja mais bem planejado, a idéia é ótima, a única falha foi na elaboração do exame.

Até onde vai a ‘liberdade’ de escrita na internet?

A internet é considerada território livre por muitos, apesar de também termos leis aqui. Mas não é sobre isso que eu vim falar, seria um assunto um tanto complexo. Quero falar da ortografia, não vejo mal em pequenas ‘abreviações’, mas as pessoas têm exagerado, vejo palavras que ‘abreviadas’ ficam maiores (com mais caracteres) do que se tivessem a grafia correta. Fora as inúmeras frases que lemos que não fazem sentido algum. Às vezes tenho que traduzir o que foi dito, mesmo estando em meu idioma nativo, acho que os internautas têm que parar para refletir, usar pequenas abreviações para poupar tempo até vai, mas não vamos acabar com as outras regras, não sou professor, estou longe disso, mas sei que não custa nada seu texto ser bem feito, as pessoas terão mais prazer em ler.

Bom, é só uma ‘dica’, pois sei que muitos, assim como eu, já estão cansados de ter que traduzir de português para português, no caso de ‘internetês’ para português.